Sindicato dos Bancários participa da 3ª Conferência Municipal de Saúde

Além da representação sindical, o encontro contou com representantes da Prefeitura, trabalhadores da área da saúde e usuários do SUS

A direção do Sindicato dos Bancários de Pelotas e Região (SEEBPel) esteve representada durante a 3ª Conferência Municipal de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora, que ocorreu nos dias 28 e 29 de março, no auditório da Faculdade de Medicina (FAMED) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Os diretores Lucas da Cunha, Raquel Gil de Oliveira, Sidmara Sarzi de Almeida e Fábio da Silveira se somaram aos demais participantes do encontro com o objetivo de discutir os rumos da saúde dos trabalhadores, sobretudo no contexto atual, em que está sendo evidenciado um agravamento nos casos de adoecimento físico e mental.

“As novas relações de trabalho têm gerado muitos casos de adoecimento mental. Esse não é um tema exclusivo da categoria bancária, mas também nos afeta diretamente. Neste encontro, foi possível ter contato com diversos relatos de companheiros que se defrontam com o sofrimento psíquico, gerando um movimento de solidariedade entre diferentes classes de trabalhadores e contribuindo para os encaminhamentos que estamos buscando junto a outras instâncias de discussão. Só assim podemos intervir neste processo, buscando alternativas para melhorar o quadro que se apresenta”, enfatizou o diretor Lucas da Cunha, que foi um dos delegados eleitos para representar os trabalhadores na Conferência Estadual.

Organizado desde a pré-conferência, o movimento sindical marcou presença na etapa municipal e conseguiu aprovar diversas propostas que contribuem para o empoderamento dos sindicatos, no sentido de aperfeiçoar os processos de fiscalização e punição das empresas que não cumprem as legislações trabalhistas, deixando de oferecer um ambiente adequado para a execução das atividades laborais.

Todas as propostas serão levadas para a Conferência Estadual e, caso aprovadas, devem chegar até a Conferência Nacional, podendo ganhar o status de política pública ou motivar a construção de novas legislações no futuro.

Redação: Eduardo Menezes / SEEPel

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